
Há dois anos atrás, sabia o que qualquer um pensa que sabe sobre o SAIREF. Tinha a ideia que se tratava de uns campos de férias católicos para gente que andava no secundário, ou perto disso. Pouco mais sabia do SAIREF, só de boca, e embora os testemunhos de pessoas que conhecia fossem todos óptimos, só quando a Mana me convidou para esta aventura pude experimentar realmente como é bom ser SAIREF e ver como é muito mais do que esperava.
Estive em dois campos, o de Valada Agosto 2007, e o da Quinta das Varandas 2008. Foram duas experiências muito diferentes, não sei dizer qual delas a melhor porque ambas vivem em lugares muito especiais da minha memória. Mas como este “belogue” é do campo de 2008, é também de vocês que mais me lembro neste texto.
Lembro-me da expressão que a surpresa vos desenhou na cara quando nos viram pela primeira vez no campo... que piadão, uns mais encolhidos que outros, uns mais afim, outros mais desconfiados... mas todos com um potencial impressionante, potencial esse que os monitores têm apenas de ajudar a trazer cá para fora e mostrar-vos como se quiserem podem ser brilhantes, felizes e úteis aos que vos rodeiam, à maneira de Jesus. Vocês têm talentos, dons que Deus vos deu! Força, descubram-nos, usem-nos, desenvolvam-nos, ponham-nos à disposição do próximo! De que serve à macieira ter maçãs se elas apodrecerem na árvore? Ninguém ganha com isso! Com Deus sei que podemos apanhá-las no tempo certo, nem podres, nem verdes. Rezem, vale a pena.
Os monitores que encontrei nestes campos SAIREF foram espectaculares, todos eles, porque sendo nós muito diferentes como vocês são, acho que nos completámos na Missão que Deus nos confiou através dos Tios. Descobri entre eles grandes amigos, amigos para a vida. Parabéns, monitores.
Os Tios... só posso lembrar com saudade tudo o que aprendi destes Tios. A forma como cuidaram de nós e deram àqueles campos um toque de lar... mas que bem, que bem que o fazem...! Só que, talvez o tesouro mais precioso que tu e eu podemos guardar deles, é o seu exemplo, onde vemos como vale sempre a pena trilhar este caminho com Jesus, desde aqui até ao Céu. Bravo, Tios.
Pensam que me esquecia do Padre Gonçalo? Como esquecer todas as lições que ele nos dá, se elas são tão importantes para a nossa vida? Para além do mais, o Padre traz-nos a Missa. Dá-nos a conhecer Jesus, que está vivo. Mostra-nos como aquele pão e vinho são a partir dum momento o Corpo e Sangue de Cristo. Dá-nos a oportunidade de nos tornarmos sacrários vivos em cada dia de campo, porque é o que acontece sempre que vamos à Missa e comungamos. Já pensaram nisso? É o que de mais importante nos pode acontecer no campo. E na vida! Obrigado, Padre Gonçalo.
Pois olhem, o SAIREF é escola de vida, ensinando-nos com todas as coisas boas que pode haver no recreio. Aproveitem enquanto podem, aproveitem ao máximo! E como sabemos se aproveitámos bem o SAIREF? Sabemos se mostrarmos na vida do dia-a-dia que este espírito e atitude não ficaram presos naquela meia dúzia de dias de férias, mas que o espírito voa pela vida fora e as atitudes cristãs se continuam a concretizar na maioria dos nossos gestos. É isto que para mim significa férias ao contrário: fazer do SAIREF uma vivência para o resto do ano. Gostei muito de vos conhecer e de aprender convosco.
Infelizmente, por força da vida que segue e dos estudos que se me impõem, não poderei fazer os próximos campos. Por isso já não vos agradeço como monitendos, mas abraço-vos como amigos que são para mim, todos e cada um, sem excepção! Um abraço,
António Vieira da Cruz
Estive em dois campos, o de Valada Agosto 2007, e o da Quinta das Varandas 2008. Foram duas experiências muito diferentes, não sei dizer qual delas a melhor porque ambas vivem em lugares muito especiais da minha memória. Mas como este “belogue” é do campo de 2008, é também de vocês que mais me lembro neste texto.
Lembro-me da expressão que a surpresa vos desenhou na cara quando nos viram pela primeira vez no campo... que piadão, uns mais encolhidos que outros, uns mais afim, outros mais desconfiados... mas todos com um potencial impressionante, potencial esse que os monitores têm apenas de ajudar a trazer cá para fora e mostrar-vos como se quiserem podem ser brilhantes, felizes e úteis aos que vos rodeiam, à maneira de Jesus. Vocês têm talentos, dons que Deus vos deu! Força, descubram-nos, usem-nos, desenvolvam-nos, ponham-nos à disposição do próximo! De que serve à macieira ter maçãs se elas apodrecerem na árvore? Ninguém ganha com isso! Com Deus sei que podemos apanhá-las no tempo certo, nem podres, nem verdes. Rezem, vale a pena.
Os monitores que encontrei nestes campos SAIREF foram espectaculares, todos eles, porque sendo nós muito diferentes como vocês são, acho que nos completámos na Missão que Deus nos confiou através dos Tios. Descobri entre eles grandes amigos, amigos para a vida. Parabéns, monitores.
Os Tios... só posso lembrar com saudade tudo o que aprendi destes Tios. A forma como cuidaram de nós e deram àqueles campos um toque de lar... mas que bem, que bem que o fazem...! Só que, talvez o tesouro mais precioso que tu e eu podemos guardar deles, é o seu exemplo, onde vemos como vale sempre a pena trilhar este caminho com Jesus, desde aqui até ao Céu. Bravo, Tios.
Pensam que me esquecia do Padre Gonçalo? Como esquecer todas as lições que ele nos dá, se elas são tão importantes para a nossa vida? Para além do mais, o Padre traz-nos a Missa. Dá-nos a conhecer Jesus, que está vivo. Mostra-nos como aquele pão e vinho são a partir dum momento o Corpo e Sangue de Cristo. Dá-nos a oportunidade de nos tornarmos sacrários vivos em cada dia de campo, porque é o que acontece sempre que vamos à Missa e comungamos. Já pensaram nisso? É o que de mais importante nos pode acontecer no campo. E na vida! Obrigado, Padre Gonçalo.
Pois olhem, o SAIREF é escola de vida, ensinando-nos com todas as coisas boas que pode haver no recreio. Aproveitem enquanto podem, aproveitem ao máximo! E como sabemos se aproveitámos bem o SAIREF? Sabemos se mostrarmos na vida do dia-a-dia que este espírito e atitude não ficaram presos naquela meia dúzia de dias de férias, mas que o espírito voa pela vida fora e as atitudes cristãs se continuam a concretizar na maioria dos nossos gestos. É isto que para mim significa férias ao contrário: fazer do SAIREF uma vivência para o resto do ano. Gostei muito de vos conhecer e de aprender convosco.
Infelizmente, por força da vida que segue e dos estudos que se me impõem, não poderei fazer os próximos campos. Por isso já não vos agradeço como monitendos, mas abraço-vos como amigos que são para mim, todos e cada um, sem excepção! Um abraço,
António Vieira da Cruz
3 comentários:
Passo o testemunho com beijinhos à Arlita e à Luisinha Figueiredo!
obrigado pelas tuas palavras sempre tao certas
Obrigado pelo o que trouxeste ao Sairef e a este grupo.
Obrigado pelo amigo que sempre foste
Obrigado ..
Beijinhos
O testemunho esta um espectaculo, vamos ter saudades tontonho!
Grande beijinho
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