quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Feliz Ano Novo 2009

Para todos os que de alguma forma, marcaram o nosso ano de 2008. Alguns fizeram parte de anos anteriores, outros surgiram agora e outros em grandes momentos inesquecíveis ou por momentos de curta duração. A cada um que fez parte da nossa vida, OBRIGADO! Um 2009 em grande, e na graça de Nossa Senhora.
São os votos da Lurdinhas, Francisca, João, Catarina, António e José Manuel d’Oliveira e Sousa

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

CONSTANÇA MATA!


Bem, calhou-me a mim fazer o testemunho desta semana sobre o SAIREF, não tenho muito jeito para isto mas vou tentar!
O SAIREF entrou na minha vida a 2 anos atrás, quando a Ana Rita Grave me perguntou se eu queria entrar neste campo de férias, eu disse que sim, e, ela deu-me a inscrição, comecei a pensar se ia ou não, porque não conhecia ninguém, e como sou uma pessoa muito tímida tinha medo de não me ambientar, mas depois de falar com a minha mãe decidi que devia ir, e desde ai o SAIREF nunca mais saiu da minha vida, e eu agradeço isso tanto a Ana Rita, como a minha mãe e a Deus.
Chegado o grande dia estava contente, mas com o pouco de medo, visto que não conhecia ninguém e confesso que pensei que aquilo fosse só social e que não ia gostar, até chorei na primeira noite, porque me queria vir embora, mas depois pensei que:”Não, não me vou embora”, e com o apoio da Ana Rita que esteve sempre comigo, dos monitores, Padre Gonçalo, e tios que foram espectaculares, foram dias inesquecíveis….
Este ano surgiu novamente a oportunidade de voltar a fazer SAIREF, nem pensei 2 vezes disse logo que queria ir. Nestes 2 anos aprendi muita coisa, tanto no 1º como o 2º campo marcaram-me muito pela positiva é claro, chorei muito, aprendi imensas coisas sobre Deus, que não fazia a mínima ideia, fiz novas amizades, e reforcei muitas que já tinha, pois porque com a presença de Deus é tudo tão diferente, como por exemplo: tenho amigos que estão noutra cidade, e nunca nos deixamos de falar, vemo-nos sempre que pudemos e é uma grande festa, por isso acredito cada vez mais que as amizades ou qualquer coisa com a presença Dele são muito melhor…Os campos em si foram espectaculares, os temas, os jogos, as brincadeiras, as conversas, as noites do terror, os terços, as missas, TUDO! O SAIREF tem me ajudado imenso, não há um único dia que eu não penso no SAIREF…por exemplo, eu antes de fazer o primeiro campo não ia a missa, porque não gostava de ir obrigada, sentia que tinha de ir por mim e não ir para fazer numero, e depois do 1º campo já ia e vou na maior, sinto-me bem na igreja, parece que fico em paz. Outro exemplo quando a minha avó morreu à uns meses foi difícil para mim, mas eu tinha de ter forças para apoiar o meu pai e a minha família, e eu fui buscar essa força aos meus amigos e ao SAIREF, aos dias magníficos que lá passei e ao que lá aprendi…E assim termino o meu testemunho deixando um GRANDE ORBIGADO aos Tios, ao Padre Gonçalo, aos Monitores e claro ao Monitendos, pois sem estas pessoas não se fazia o SAIREF!
Muitos beijinhos para TODOS e MORRO DE SAUDES
P.S-PASSO O MEU TESTEMUNHO PARA A MANA

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Mensagem de Padre Gonçalo Figueiredo




Desejo a todos um Santo e Feliz Natal com as melhores bênçãos de Paz e Bem do Deus Menino



Pe Gonçalo Figueiredo

sábado, 20 de dezembro de 2008

MENSAGEM DE NATAL DOS TIOS

Querido Padre Gonçalo, Monitores e Monitendos

Não queríamos deixar passar o Natal sem vos deixar a todos a mensagem de que, juntos e com muito fé, iremos ajudar O MENINO JESUS A NASCER.
Queríamos dizer-vos, também, que rezamos por todos e por todas as vossas famílias, para que o Menino Jesus vos dê tudo de bom.
Agradecemos-Lhe ter-vos posto, a todos, no nosso caminho.
Com todos apreendemos a sermos melhores e a acreditar que fomos mesmo escolhidos por Ele para fazermos parte da vida uns dos outros.
Pedimo-vos que o lema “SEMPRE NÓS” continue a fazer parte da vida de cada um de vocês.
Santo Natal a todos e um ano de 2009 cheio de Esperança

Tios
Madalena e António
Lurdinhas e Zé Manel

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

JANTAR DE NATA CANCELADO

Malta, por vários motivos o nosso jantar teve que ser cancelado. Comçamos assim a preparar-nos para o fim de semana de campo!

Resta-me deixar-vos um grande beijinho em nome de todos os monitores, tios e padre, com um desejo de um grande e Santo Natal!

"À Tua palavr lançarei as minhas redes" !

Beijos

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

ATENÇÃO!!


Meus queridos no fim do vosso testemunho escrevam o nome da pessoa a quem passam.... a partir de agora vamos ser mais independentes.... para eu tar descansado a semana inteira com isto dos testemunhos.ser inda mais divertido vamos fazer umas mudanças.... tambem vale passar o testemunho a monitores.



Beijinhos/abraços

do vosso monitor de sonho

António Gonçalves da Cunha

KIKA MANOEL

KIKA MANOEL

Bem, desta vez escolheram-me a mim para falar da minha experiência no Sairef.
É difícil para mim descrever aquela semana fantástica, mas vou fazer para que tudo fique esclarecido…
Tudo começou quando me falaram deste tipo de campos de férias…achava um máximo, e queria mesmo entrar para um, mas os anos iam passando, e como Évora é o fim do mundo, a coisa tornava-se um bocado complicada, porque a informação demora a chegar. Até que apareceu a oportunidade, no ano passado, de entrar para o Camtil, dei a inscrição a mais 3 amigas, enviámos e rezamos para que entrássemos. Eu que dei as autorizações, não entrei. Fiquei maluca, só pensava: elas vão e eu, ainda não é desta. Então tive a ideia do Sairef, algumas pessoas de cá já tinham feito e só diziam bem. Inscrevi-me, entrei, e esperei, ansiosa por aquela semana, contava os dias para ir para o campo!
Chegou o dia, e eu não cabia em mim, o meu ‘desejo’ tinha-se realizado. Estava com um bocado de medo, porque não conhecia muita gente e tinha medo de não me ambientar, mas correu tudo às mil maravilhas. Conheci pessoas que ficaram amigas para a vida (como já disseram muitas vezes, amizades criadas em Deus são SEMPRE amizades para a vida), aprendi como Deus é nosso amigo e é importante escutar a Sua palavra, os Seus concelhos e, com Ele traçar o rumo da nossa vida, aprendi como é importante rezar, pensar nos outros, ouvir os outros, cresci por dentro. Apesar de me ter ficado a dar melhor com umas pessoas do que com outras, consegui saber um bocadinho de cada uma e trazer alguma coisa comigo dessas pessoas, e como a Catarina diz qualquer pessoa do campo faz falta e sem ela não era a mesma coisa. Hoje não me arrependo NADA de ter vindo para o Sairef, talvez como falávamos este fim de semana, foi um sinal de Deus (não entrar no Camtil e ter ido para o Sairef). Para finalizar, um grande obrigada a todos, sem vocês não era a pessoa que sou agora: Monitores- cada um mais espectacular que o outro; monitendos- os melhores de sempre e sem vocês aquilo não tinha sido o campo que foi; padre gonçalo- sempre com a sua paciência para ajudar e explicar tudo o que fosse preciso; tios- adorei, são as melhores pessoas do mundo! Um grande beijinho para todos, GOSTO IMENSO DE VOCÊS, e nunca se esqueçam “nunca eu, tu ele, vós ou eles, SEMPRE NÓS”!

Lourençon Palha


Testemunho do sairef.


Olá amigos!
Foi-me pedido para fazer o meu testemunho sobre o que foi o Sairef para mim. Não sei muito bem como é que vou fazer, mas vou tentar o meu melhor.
Porque é que eu fui para o Sairef?
Apesar da grande influência dos meus irmãos mais velhos, não me apeteceu ir logo no primeiro ano, porque não queria perder a ultima semana de S. Martinho, e também tinha imensa vergonha de ir para lá sem conhecer ninguém.
No ano seguinte ganhei coragem e pedi ao meu irmão Luís, que ia ser monitor, para me inscrever. Hoje em dia dou graças a Deus.
O Sairef tem um espírito muito próprio que fica a fazer parte das nossas vidas. Por exemplo: já dei muitas vezes por mim na tentação de pecar e depois pensei no Sairef, naquilo que aprendi, que vivi, e isso deu-me muita força para continuar o caminho sem cair nessa tentação.
Desde pequeno que os meus pais me levavam á missa com eles todos os domingos.
Só depois do campo é que me apercebi que ia à missa sem sentir, apenas por obrigação,
Hoje quando vou à missa tento estar o mais atento possível para perceber a mensagem do evangelho. Isto foi umas das coisas que o Sairef me ensinou.
Os temas que foram discutidos ajudaram-me a encarar a realidade da vida e a ter coragem para discuti-los com pessoas de diferentes ideias.
Através do campo fiz muitos e valiosos amigos que, de certeza, irão ficar para a vida, pois foram feitos na presença de Deus.
Não quero deixar de mencionar o importante papel que tiveram, os monitores, os tios e o nosso padre Gonçalo, que sem os quais o campo não existia.
Vim de lá com a certeza de que não fui eu que quis ir, de que foi Deus que me escolheu para ir.
Penso que se quiser explicar tudo o que o Sairef foi para nunca mais daqui saía.


Grande beijinho/ abraço
Lourenço Palha

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

JANTAR DE NATAL - ESTE SÁBADO

Olá a todos! Pormenores do nosso jantar de Natal:

QUANDO? dia 20 - este sábado.

ONDE? Igreja de Nossa Senhora de Fátima e restaurante Framboesas (mesmos do outro jantar).

HORAS? encontro as 18.00 à porta da Igreja.

PREÇO? 10 EUROS.

O QUE LEVAR? voz afinada e muito boa disposição!

REGRA? Este ano vamos fazer uma coisa diferente! Cada monitendo é responsável por levar uma peça de roupa sua, que goste muito e que lhe custe muito dar! Essa peça vai ser entregue a uma instituição em Santarém, a pessoas que precisam muito mais que nós! Não se esqueçam mesmo! É muito importante!

CONFIRMAR?! Agora!! Rapidamente! Precisamos que nos avisem rapidamente! Mandem uma mensagem com o vosso nome para o 91 607 95 48 imediatamente!

Um grande beijinho, a vossa monitora, Aninhas

P.S. Dúvidas, liguem!

domingo, 14 de dezembro de 2008


Tenho andado a ganhar coragem para deixar aqui o meu testemunho. Não é fácil, só conseguem mesmo aqueles a quem o SAIREF disse alguma coisa, o que eu acho que TODOS vão conseguir escrever. Muito sinceramente o meu primeiro campo de SAIREF foi divertido, mas não ficou aquilo que ficou nos outros dois campos, que foi a amizade entre todos e Deus. Eu já nem me lembro de uns monitores e monitendos. Mas mesmo assim quis fazer o segundo e mais ainda o terceiro e último. Cheguei ao meu segundo campo com um pouco de medo, apesar de conhecer todos os monitores e alguns monitendos não sei. Ia com a impressão que não ia gostar nada porque apesar de tudo eu sou uma pessoa que ao princípio é tímida. Cheguei ao campo e só me queria era vir embora, achava que aquilo ia ser uma seca e que não tava ali a fazer nada. Que seca, tar aqui 5 dias e a levantar cedo e deitar tarde não era para mim. Chegando o segundo dia de campo só queria era ficar, não fui a única a querer ir-me embora no primeiro dia, mas com conversas que fui tendo ao longo do segundo dia e com a missa e temas mudei logo de opinião. Éramos poucos e a união era ainda maior. Parecia que já todos nos conhecíamos há imenso tempo e afinal só nos conhecíamos há alguns dias e horas. A amizade do grupo que ficou ali no segundo campo foi algo inesquecível, ultrapassamos as expectativas ate dos monitores (o que é difícil) LOL
Foi um campo que nunca mais vou esquecer, foi um campo único que eu nunca sequer tinha ouvido falar pela tia Carmo Seabra. Foi mesmo daqueles campos que apetece repetir vezes sem conta, fazendo aquelas coisas, com aquelas pessoas, tudo igual mesmo. Aquilo que se viveu ali é difícil de contar, só quem passou por aquilo é que sabe o quanto nos tocou a todos mesmo. Chegado então o meu terceiro e último campo, tenho-vos a dizer que me custou mais do que o segundo. O facto de ter saído de São Martinho para me enfiar no SAIREF era a última coisa que me apetecia, deixar o meu namorado para me enfiar ali, tão a perceber o que é nos últimos dias de férias só apetece é aproveitar ao máximo. Mas fui e hoje digo que não me arrependo nada. Cheguei e ainda pus a hipótese de me vir embora, era tudo novo e o grupo não tinha nada a ver, eram muitos mais e praticamente tudo a fazer o primeiro campo. Pensei logo “epá eu vou-me embora, isto é imensa gente, tudo novo no SAIREF, não tou aqui a fazer nada” e muito sinceramente, a comparar com o ano passado não tinha nada a ver. Comecei a pensar que já que ali tava o melhor mesmo era aproveitar e não pensar em ir embora. Foi na verdade o que fiz e correu muito bem mesmo. Foi um campo espectacular, com um grupo de monitendos, monitores, tios e padre impecável. Deu-se tudo muitíssimo bem o que eu não tava nada há espera. Acho que toda a gente adorou o campo e tudo o que ali ouvimos e vivemos transmitimos isso cá para fora, o que é óptimo mesmo. Agora que já tenho alguma experiencia do SAIREF só tenho que agradecer a Deus ter-me posto o SAIREF e tudo isto no meu caminho. Muito do que sei hoje aprendi no SAIREF, sei que mudei e muito desde que fiz o meu primeiro campo, mais ainda no segundo e terceiro. Há pessoas que pensam que o SAIREF é uma seca e que tamos lá só a rezar e levantar cedo e não sei quê. Mas não, essas pessoas tão redondamente enganadas, o SAIREF é um espectáculo e temos que lhes mostrar que tão errados. São 5 dias ao contrário que só nos faz bem no final do verão e que crescemos e aprendemos muito com isto tudo. Temos agora é que mostrar cá fora que aquilo é mesmo divertido e que todos devemos mudar, há que começar por nos que já temos o privilégio de ter feito SAIREF, e que aquilo é mesmo um ganda espectáculo. Meninos o SAIREF NÃO SÃO APENAS CINCO DIAS… são os 365 dias de todo o ano. Portanto que nunca acabe o grupo que construímos lá dentro e vocês que ainda só fizeram um ou dois aproveitem aqueles campos que vos resta porque voltar atrás já não se pode. Nós do SAIREF mais ainda, somos mensageiros da palavra de Deus. Nunca se esqueçam disto!
Ainda hoje dou graças a Deus por Ele me ter posto o SAIREF no meu caminho, é uma experiencia única que se vive naqueles cinco dias e que nunca, mas nunca mesmo na vida se esquece. Ter feito SAIREF fez-me perceber mesmo aquilo que Deus representa na minha vida e o que estou cá a fazer, ensinaram-me a ver Deus de todas as maneiras e a viver o meu dia a dia de uma maneira diferente que é a certa e não custa nada. Aquilo que se aprende ali é mesmo a verdade e é mesmo o que todos nós devemos fazer mesmo que nos custe um bocadinho porque mudando aos poucos e poucos vão ver e perceber que vale mesmo a pena, acreditem em mim.
Grande beijinho cheio de saudades de todos
Xinha Ribeiro Telles

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008


Bem, venho aqui mostrar um pouco do que é o SAIREF para mim.
Este foi o meu segundo campo de SAIREF, muito diferente do meu primeiro, outro grupo, novas caras, pessoas que nunca tinha visto, acho que isso foi bom.
O ano passado fiz o meu primeiro campo, um bocado “de pé atras’’, não sabia muito bem para o que ia, achava que ia para um campo onde rezar era apenas um pretexto para estar com amigos, fazer imensos jogos. Fiquei tristíssimo quando vi que não estava lá para isso, ou se calhar fiquei contente, não percebi muito bem na altura... Mas o que interessa é que já lá estava e não havia nada que pudesse fazer para sair de lá. Dou graças a Deus por isso. Como eu costumo dizer, RENDI-ME, rendi-me a Deus! Eu que sou uma pessoa muitíssimo orgulhosa hoje em dia dou graças a Deus de me ter rendido! Descobri o que e que queria mesmo dizer Deus! Posso dizer que o SAIREF me ensinou a ver Deus como Ele realmente é, o que realmente Ele representa para mim, ou seja, eu toda a vida fui uma pessoa muito católica, ia sempre à missa... Mas ia à missa Porque? Porque é que realmente eu ia à missa? Na altura não era mais duque por obrigação, para ir fazer companhia à minha avó e para depois poder ir comer os bolos ao café.
O SAIREF mostrou-me a maneira certa de ver Deus. O meu segundo campo, foi também muito importante para mim, foi como que uma confirmação da minha fé, Deus não é só para o que precisamos, Deus é o nosso melhor amigo, tal como nós fazemos com os nossos amigos de carne e osso, devemos faze-lo com Deus, estar sempre do seu lado, fazer o que Ele nos pede, REZAR! A nossa vida não são só coisas boas, todos nós temos dias maus, problemas... E nessas alturas em que nos apetece abstrair, estar sozinhos, quem é está sempre do nosso lado? Deus! Não o podemos desiludir. Na vida do dia-a-dia, o que o SAIREF me veio mostrar, não é nem mais, nem menos que: Deus é a base da nossa vida, Deus está em todas as nossas acções, em todas as nossas amizades, nos estudos, em tudo! O que nós devemos realmente fazer é dar para podermos receber. Nós recebemos, temos que dar! Deus dá-nos os amigos, o que nós temos a dar é ter Deus sempre presente na amizade, por isso é que eu digo muito que, UMA AMIZADE FEITA EM DEUS É MUITO MAIS QUE UMA AMIZADE. Aquela amizade feita no campo do SAIREF é muito diferente de uma amizade feita na escola (não estou a querer dizer que é melhor ou pior, é diferente.), para mim é melhor! Nas amizades feitas no SAIREF sei que ali tenho uma chama sempre acesa, onde Deus está sempre, e é isto que Deus nos pede para fazermos com todas as amizades, ter Deus presente nelas! Vai ser muito melhor assim!
Não deixem que esta chama que todos temos se apague nunca, para isso têm que rezar, todos os dias, pensar em Deus, falar um bocadinho com Ele, não deixem o vosso melhor amigo a apanhar uma seca de estar a olhar para vocês e vocês a ignora-lo. Tenham Deus sempre presente, a toda a hora!
Para acabar, posso dizer que o SAIREF foi das melhores experiências que vivi até hoje, a melhor coisa que Deus pôs no meu caminho, dou graças todos os dias por isso!

Saudações SAIREFICAS,
Luís Barreto

domingo, 7 de dezembro de 2008

Catarina Ravara


O sairef... Confesso que estou sem palavras para descrever o campo.. Aconteceu tanta coisa, passou tudo tão depressa!Uma ida para o sairef não foi nunca uma ideia que me prendesse muito, toda a gente que eu conhecia me e que tinha feito campo me dizia que o sairef faz lindamente as pessoas, aproximamo nos imenso de Deus, encontramos la pessoas que serão nossas amigas para o resto da vida, etc, etc.. Eu,não sei bem porquê achava que aquilo podia nao ser bem verdade. Mas fui, e será uma experiência que eu agradeço todos os dias.Tudo o que se passou neste sairef será para sempre sagrado, A começar pelo tema de campo, que foi logo das primeiras coisas que me marcou, parece que ta feito para qualquer momento da nossa vida, “À Tua palavra lançarei as minhas redes”,ouvir apenas o que Ele nos diz e faze-lo sem O interrogar, cada dia que passa tento contextualizar esta frase naqueles instantes que se tem de pensar mesmo, mesmo bem antes de se agir e garanto que sempre que me lembro de o fazer, essa acção podia transparecer o mal(ausência de bem),mas como me lembrei de pedir ajuda ao meu melhor amigo o que eu faço ganha todo o sentido do mundo e passo a levar as costas um garrafão cheio de bem ate a cima. A experiência com Deus foi importantíssima ,com a ajuda do padre Gonçalo, de tios, de monitores e de monitendos apercebi me que Ele é aquele amigo, que esta sempre la quando e preciso, com quem se pode desabafar sempre, sabemos que nos estará a ouvir e é quem nos vai dar os melhores concelhos, é um melhor amigo.. Na Sua companhia aprendi, cresci e mudei.Logo ao principio achei que não ia conhecer ninguém, éramos sessenta e tal e eu achava que nem decorar os nomes conseguia. Mas como a intensidade com que se vive num sairef e uma coisa impensável, no segundo dia de campo já havia pessoas que eu tinha a certeza que nunca me ia esquecer e a intensidade foi aumentando e aumentando..E o mesmo aconteceu com as amizades que ia fazendo, no campo aprendi a encarar uma realidade muito mais real, com experiências nem sempre sendo as melhores, muitos ja as tinham passado, mas com a forca e ajuda que Deus lhes deu conseguiram ultrapassar essas situacoes e essas pessoas tornaram se muito mais fortes do que eram,para ensinarem os outros que nunca devemos perder a esperança e devemos manternos sempre unidos aos que mais gostam de nos. No sairef fiz amizades que sei que nunca me vou esquecer, são pessoas que ficam po resto da vida, porque la aprendemos que uma amizade à luz de Deus fica muito mais fortalecida, todos tiveram uma gd importância no campo mesmo os que conheci menos bem se não la estivessem ia haver um vazio, ia se sentir a diferença.Queria agradecer aos tios porque senão nunca teria existido um campo destes,aos monitores que se esforçaram tanto por nos, ao padre Gnçalo que me impôs imenso respeito o que me fez lindamente e à tia Gatuxa pelos almoços e jantares óptimos.Tenho a certeza que o sairef cumpriu a sua missão, vim de la uma pessoa melhor,cheia de vontade de estar e ajudar os que me rodeiam, lembrar me sempre do que la aprendi e do nosso lema-SEMPRE NOS,e ter sempre presente que Deus esta comigo mas eu tenho que corresponder as Suas espectativas. Um grnde beijinho para todos MORRO DE SAUDADES

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

A paz esteja nesta casa! (Lc 10,5)

O Advento é um tempo litúrgico que nos «recorda que Deus vem! Não ontem, não amanhã, mas hoje, agora! O único Deus verdadeiro, "o Deus de Abraão, de Isaac e de Jacob", não é um Deus que está no céu, desinteressando‐se por nós e pela nossa histó‐ria, mas é o Deus‐que‐vem»1: «vem para estar connosco, em qualquer situação; vem para habitar no meio de nós, para viver connosco e em nós; vem preencher as distân‐cias que nos dividem e nos separam; vem para nos reconciliar com Ele e entre nós. Vem à história da humanidade, bater à porta de cada homem e mulher de boa vontade, para dar aos indivíduos, às famílias e aos povos o dom da fraternidade, da concórdia e da paz»2.
A nossa casa comum que é a Terra precisa, hoje mais do que nunca, desse dom! Nesta casa, a violência banalizou‐se! Inúmeras situações de injustiça económica, social, cultu‐ral, étnica e de género, que atentam contra a dignidade do ser humano, geram e agra‐vam uma imparável espiral de ódio e de violência, que atinge toda a criação de Deus, sobretudo os mais fracos e desfavorecidos.
Só a promoção da verdadeira paz, que para os cristãos é uma expressão da fé no amor que Deus nutre por cada ser humano, pode superar essa espiral de violência. Desta fé que muda e renova a vida, inspirada pela paz que Cristo deixou aos seus discípulos, derivam uma nova visão do mundo e um novo modo de aproximar‐se do outro, seja esse outro um indivíduo ou um povo inteiro3.
E esta paz, que vem de Deus e é a meta à qual toda a humanidade aspira, já se tornou presente no meio de nós, no Menino que nos foi dado, o Príncipe da Paz (cf. Is 9,5), na plenitude dos tempos (cf. Gl 4, 4). «Portanto – como escreveu S. Bernardo – agora não se trata de uma paz prometida, mas enviada; não adiada, mas concedida; não profeti‐zada, mas presente»4.
Celebrar o Advento, tempo por excelência da esperança, no qual somos convidados a permanecer em expectativa vigilante e laboriosa, alimentada pela oração e pelo compromisso efectivo do amor, é, pois, celebrar e reflectir sobre o anúncio e a expectativa da vinda do Príncipe da Paz prometido. Significa preparar o caminho para a sua chegada.
Terminamos com o convite feito por Bento XVI ao iniciar o Advento de 2006: «Come‐cemos este novo Advento […] despertando nos nossos corações a expectativa de Deus‐que‐vem e a esperança de que o seu Nome seja santificado, que venha a nós o seu Reino de justiça e de paz, que seja feita a sua Vontade assim na terra como no céu»7.
A paz esteja nesta casa! Uma casa que é de todos e para todos.
Novembro de 2008


1 BENTO XVI – Homilia durante a Celebração das Primeiras Vésperas do 1º Domingo do Advento. 2 de Dezembro de 2006.
2 BENTO XVI – Angelus, 3 de Dezembro de 2006.
3 Cf. COMPÊNDIO DA DOUTRINA SOCIAL DA IGREJA, 516.

4 S. BERNARDO – Sermão sobre a Epifania. In Liturgia das Horas, 29 de Dezembro.
5 JOÃO PAULO II – Mensagem para o Dia Mundial da Paz 1979.
6 JOÃO PAULO II – Mensagem para o Dia Mundial da Paz 2003, n. 9.
7 BENTO XVI – Homilia durante a Celebração das Primeiras Vésperas do 1º Domingo do Advento. 2 de Dezembro de 2006