
Testemunho do sairef.
Olá amigos!
Foi-me pedido para fazer o meu testemunho sobre o que foi o Sairef para mim. Não sei muito bem como é que vou fazer, mas vou tentar o meu melhor.
Porque é que eu fui para o Sairef?
Apesar da grande influência dos meus irmãos mais velhos, não me apeteceu ir logo no primeiro ano, porque não queria perder a ultima semana de S. Martinho, e também tinha imensa vergonha de ir para lá sem conhecer ninguém.
No ano seguinte ganhei coragem e pedi ao meu irmão Luís, que ia ser monitor, para me inscrever. Hoje em dia dou graças a Deus.
O Sairef tem um espírito muito próprio que fica a fazer parte das nossas vidas. Por exemplo: já dei muitas vezes por mim na tentação de pecar e depois pensei no Sairef, naquilo que aprendi, que vivi, e isso deu-me muita força para continuar o caminho sem cair nessa tentação.
Desde pequeno que os meus pais me levavam á missa com eles todos os domingos.
Só depois do campo é que me apercebi que ia à missa sem sentir, apenas por obrigação,
Hoje quando vou à missa tento estar o mais atento possível para perceber a mensagem do evangelho. Isto foi umas das coisas que o Sairef me ensinou.
Os temas que foram discutidos ajudaram-me a encarar a realidade da vida e a ter coragem para discuti-los com pessoas de diferentes ideias.
Através do campo fiz muitos e valiosos amigos que, de certeza, irão ficar para a vida, pois foram feitos na presença de Deus.
Não quero deixar de mencionar o importante papel que tiveram, os monitores, os tios e o nosso padre Gonçalo, que sem os quais o campo não existia.
Vim de lá com a certeza de que não fui eu que quis ir, de que foi Deus que me escolheu para ir.
Penso que se quiser explicar tudo o que o Sairef foi para nunca mais daqui saía.
Grande beijinho/ abraço
Lourenço Palha
Olá amigos!
Foi-me pedido para fazer o meu testemunho sobre o que foi o Sairef para mim. Não sei muito bem como é que vou fazer, mas vou tentar o meu melhor.
Porque é que eu fui para o Sairef?
Apesar da grande influência dos meus irmãos mais velhos, não me apeteceu ir logo no primeiro ano, porque não queria perder a ultima semana de S. Martinho, e também tinha imensa vergonha de ir para lá sem conhecer ninguém.
No ano seguinte ganhei coragem e pedi ao meu irmão Luís, que ia ser monitor, para me inscrever. Hoje em dia dou graças a Deus.
O Sairef tem um espírito muito próprio que fica a fazer parte das nossas vidas. Por exemplo: já dei muitas vezes por mim na tentação de pecar e depois pensei no Sairef, naquilo que aprendi, que vivi, e isso deu-me muita força para continuar o caminho sem cair nessa tentação.
Desde pequeno que os meus pais me levavam á missa com eles todos os domingos.
Só depois do campo é que me apercebi que ia à missa sem sentir, apenas por obrigação,
Hoje quando vou à missa tento estar o mais atento possível para perceber a mensagem do evangelho. Isto foi umas das coisas que o Sairef me ensinou.
Os temas que foram discutidos ajudaram-me a encarar a realidade da vida e a ter coragem para discuti-los com pessoas de diferentes ideias.
Através do campo fiz muitos e valiosos amigos que, de certeza, irão ficar para a vida, pois foram feitos na presença de Deus.
Não quero deixar de mencionar o importante papel que tiveram, os monitores, os tios e o nosso padre Gonçalo, que sem os quais o campo não existia.
Vim de lá com a certeza de que não fui eu que quis ir, de que foi Deus que me escolheu para ir.
Penso que se quiser explicar tudo o que o Sairef foi para nunca mais daqui saía.
Grande beijinho/ abraço
Lourenço Palha
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